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Tibete – Até aos confins da Terra


Chamar o Tibete de nação implica em um tema polêmico. Do século 7 até o 20, a região sofreu invasões de mongóis, chineses, nepaleses e britânicos. Hoje, sua soberania é limitada, uma vez que permanece submissa politicamente à China.

Antes, Dalai Lama representava tanto a autoridade máxima no budismo tibetano, quanto no país. Atualmente, ele vive em exílio e afirma ser apenas o líder espiritual, buscando uma estratégia que leve o Tibete a uma autonomia, a fim de preservar a cultura e a herança local. Sua sucessão desperta preocupação; com idade avança (86 anos), afirmou que tomará uma decisão se reencarnará ou não ao chegar aos 90.

No último dia 19, uma multidão se reuniu para comemorar os 70 anos de reanexação do Tibete pela China. Com uma política ateísta, o budismo tibetano sofreu grande perseguição, porém, por se tratar de uma religião ligada a políticas de Estado, a postura agora é diferente.

Um decreto chamado “Medidas sobre a gestão da reencarnação de budas vivos do budismo tibetano” determinou que as reencarnações apontadas pelos líderes religiosos precisam ser aprovadas pelo Partido Comunista.

Essa é uma região de extrema importância, possuindo uma localização geográfica estratégica. Além disso, abriga nascentes de importantes rios asiáticos, correspondendo a 30% das fontes de água da China.

O trabalho da Missão Cristã Mundial nesse país é em apoio a obreiros. Clame para que o nome de Jesus seja conhecido no Tibete! Peça ao Senhor para que esse povo entenda que Ele é a verdadeira salvação.

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